13/03/2011

Falta de Sono

    Cada vez mais gente se queixa que dorme pouco e mal. E quase todos sabemos como nos sentimos quando não conseguimos dormir em condições. Sonolentos, com menos capacidade de trabalho e até de raciocínio. Desaparece a alegria, deprimimos e ficamos com menos paciência para os outros.
    Dormir mal pode provocar hipertensão, obesidade, diabetes tipo II, depressão, entre tantas outras doenças graves que começam a surgir cada vez mais cedo entre crianças e jovens.    Sabia que 83% dos universitários têm uma escala de sono anormal? E que os alunos com notas superiores a 17 dormem mais horas do que os outros? As conclusões do estudo recente do Instituto Superior Técnico vêm reforçar o que cientistas e especialistas do sono vêm demonstrando há anos, mas a que poucos ligam no dia-a-dia. Os maus hábitos de sono começam cada vez mais cedo, com uma factura que nem todas as pessoas estão dispostas a pagar, por isso, então que comecem as crianças a ter bons hábitos de sono e durmam mais para assim poderem ter melhores notas e serem saudáveis física e mentalmente.
 
 
                                                                                                          Mariana

Apneia do sono provoca doenças graves

Sabe o que é o síndrome de apneia obstrutiva do sono? Numa resposta simples e curta, este síndrome é uma desordem do sono caracterizada pela suspensão da respiração durante o sono. Estes episódios de apneia podem durar alguns segundos, por tempo suficiente para que uma ou mais respirações sejam perdidas, após os quais é retomada a respiração normal, e ocorrem repetidamente durante o sono.

O síndrome de apneia obstrutiva do sono pode causar doença cardiovascular, doença isquémica, diabetes, ou depressão, entre outras, além de poder conduzir a um quadro de total alheamento da realidade, por falta de descanso. O sono é fundamental na vida de todos nós. Dormir não é um luxo, mas sim uma necessidade fisiológica que toda a agente deve respeitar. A privação do sono, sobretudo quando continuada, pode ser responsável por muitos acontecimentos negativos na nossa vida. Neste quadro, incluem-se o aumento da probabilidade de contrair vários tipos de doenças crónicas, dificuldade no desempenho, na concentração e no estado de ânimo – se as más disposições matinais “falassem” revelariam interessantes dados sobre a matéria. Além disso associa-se a um aumento do risco de acidentes de trabalho ou de viação, por vezes trágicas, diz a Sociedade Portuguesa do Sono (SPS).



O síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS - vulgarmente conhecida simplesmente como "apneia do sono") é das uma 88 doenças do sono, de acordo com a classificação da American Academy of Sleep Medicine, mas é uma das patologias desta área mais perigosas e que mais preocupações levanta à comunidade médica. Trata-se de um problema respiratório do sono que se caracteriza por episódios repetidos de interrupção da respiração, apesar de continuar a desenvolver-se esforço para respirar. Apneia obstrutiva é a cessação completa da passagem do ar pelo nariz e pela boca, durante 10 segundos ou mais (períodos de perigosas suspensões da respiração). Um doente típico terá 5 ou mais apneias por hora de sono. Entre estas pausas respiratórias quase sempre o doente ressona ruidosamente. Como o sono nocturno está sujeito a frequentes interrupções, o doente tem habitualmente uma sonolência excessiva durante o dia. O SAOS pode prejudicar gravemente a qualidade de vida e aumentar do risco de doenças cardiovasculares e de morte súbita. Sendo uma situação séria e potencialmente mortal, deve ser diagnosticada e tratada eficazmente. Existe um outro tipo de apneia do sono, a apneia central, em que as vias aéreas não estão obstruídas, e que ocorre quando o cérebro falha no envio ao diafragma do estímulo para a respiração. Todavia, a apneia central é muito menos frequente que a obstrutiva.



Há vários estudos que indicam que as pessoas que sofrem de SAOS correm sérios riscos de saúde (hipertensão, doença cardiovascular, etc.) e até depressão. Na óptica de Miguel Meira e Cruz, director clínico da clínica Gente Saudável, especializada patologias do sono, persistem alguns equívocos acerca da gravidade da doença, até porque muitos dos pacientes de SAOS não apresentam queixas de falta de sono. «Apesar de uma boa noite de sono, em termos clínicos, não estar exclusivamente relacionada com a ausência de episódios de apneia (eu até preferia substituir o termo por “eventos respiratórios destabilizadores do sono”, porque envolvem a apneia, a hipopneia, a resistência aumentada das vias aéreas superiores…), é muito frequente que pacientes (principalmente do sexo masculino) que se apresentam na consulta com suspeita de patologia respiratória associada ao sono não apresentem queixas de qualidade de sono. Acham que até dormem bem e rapidamente após se deitarem – na verdade isto corresponde a uma má percepção, contrariada pela avaliação objectiva do sono nocturno em laboratório ou em casa».



Segundo o mesmo perito, os vários estudos sobre a SAOS apresentam conclusões “contraditórias”, o que vem dificultar ainda mais (baralhando) o trabalho dos médicos. «A evidência científica demonstra que a SAOS se encontra associada a uma série de co-morbilidades entre as quais estão as doenças referidas, mas com diferentes graus de evidência e até com alguns erros metodológicos que induzem a más interpretações. Por exemplo, no caso da depressão, existem dados controversos entre os estudos, sobretudo pela forma como se diagnostica a depressão. Por outro lado, alguns estudos sugerem que a depressão é antecessora dos eventos respiratórios enquanto outros sugerem que é subsequente a estes – o que torna complexa a interpretação objectiva».



De facto, diz a literatura científica, o que sabemos de forma inequívoca é que os doentes que sofrem de SAOS têm mais doença cardíaca isquémica, insuficiência cardíaca, maior susceptibilidade para a síndrome metabólica, para a resistência aumentada à insulina e para o desenvolvimento de diabetes, disfunção sexual, aumento da vulnerabilidade a infecções (por alterações imunológicas).


JOANA ARANTES

12/03/2011

VERDADEIRO OU FALSO?

Estar bem informado é meio caminho andado para adoptar hábitos de sono saudáveis.

Em seguida coloco 10 afirmações sobre sono, que podem ser Verdadeiras ou Falsas.
Para conhecer as respostas correctas, vá até ao fim das afirmações e encontrará as respostas correctas.


QUESTÕES:

1. Não se consegue "funcionar" bem com menos uma ou duas horas de sono do que as realmente necessárias. Verdadeiro ou Falso?

2. Ressonar não faz mal, desde que não perturbe os outros nem acorde o próprio. Verdadeiro ou Falso?

3. Todos sonhamos todas as noites. Verdadeiro ou Falso?

4. À medida que envelhecemos, precisamos de menos horas de sono. Verdadeiro ou Falso?

5. Aumentar o volume do rádio do carro ajuda a manter o condutor desperto, quando está com sono. Verdadeiro ou Falso?

6. A obesidade não afecta nada a qualidade do sono. Verdadeiro ou Falso?

7. Ter insónias significa ter dificuldade em adormecer. Verdadeiro ou Falso?

8. Durante o sono, o cérebro "desliga". Verdadeiro ou Falso?

9. A maioria das pessoas não se apercebe quando está sonolenta. Verdadeiro ou Falso?

10. O corpo humano nunca se adapta ao trabalho com turnos nocturnos. Verdadeiro ou Falso?


RESPOSTAS CORRECTAS:

1. VERDADEIRO
Dormir é uma necessidade biológica, sendo o tempo necessário de sono geneticamente determinado para cada indivíduo, embora possa variar em situações específicas e temporárias (por exemplo, em altura de exames ou durante a gravidez). A maioria dos adultos precisa de, aproximadamente, sete horas e meia a oito horas para funcionar em pleno. Pode habituar-se a dormir menos do que precisa, mas não pode aprender a precisar de menos horas de sono. Procure respeitar as suas necessidades de sono, pois a factura a pagar pela acumulação de sono em atraso pode vir a ser demasiado cara em termos de saúde física e/ou psicológica.

2. FALSO
Muitas pessoas pensam, erradamente, que ressonar significa dormir profundamente. Ora, ressonar afecta sempre a qualidade do sono: implica um esforço para respirar, tornando o sono menos repousante. Nalguns casos, pode até ser um problema de saúde grave. Ressonar alto e acordar várias vezes durante a noite, em sobressalto, com falta de ar, podem indiciar que a pessoa sofre de apneia do sono.

3. VERDADEIRO
Mesmo quando não nos lembramos dos sonhos, todos sonhamos, todas as noites. Temos, geralmente, vários sonhos ao longo de uma só noite, mas lembramo-nos sobretudo dos que ocorrem perto da hora em que acordamos.

4. FALSO
As necessidades em termos de duração do sono mantêm-se durante toda a idade adulta. É frequente os mais idosos acordarem mais vezes ao longo da noite por terem, geralmente, mais dificuldades com o sono. Acabam por ter um sono mais fragmentado do que os jovens adultos e, como as necessidades em horas de sono se mantêm, é frequente dormitarem durante o dia e sentirem cansaço e sonolência.

5. FALSO
Vários estudos mostram que aumentar o volume do rádio, mascar uma pastilha elástica ou abrir as janelas do carro não são medidas eficazes para manter um condutor desperto. Se sente que está ensonado ao volante, ceda a condução a alguém que esteja consigo no carro. Se estiver sozinho, a única solução é parar o carro logo que possível num local seguro e dormir uma pequena sesta, podendo tomar também um café, se este o ajuda a manter-se desperto. A melhor solução passa pela prevenção: procure dormir bem antes de se fazer à estrada e não conduza se estiver a tomar medicamentos que possam dar sonolência.

6. FALSO
Estudos mostram que existe uma associação entre a quantidade e qualidade do sono e muitos problemas de saúde física, nomeadamente a obesidade. Sabe-se que a falta de sono afecta a produção de hormonas associadas à obesidade: à medida que a secreção destas hormonas diminui, as probabilidades de ganhar peso aumentam. Por sua vez, o excesso de peso está associado a problemas como ressonar ou apneia do sono, que, por sua vez, comprometem muito a qualidade do sono.

7. FALSO
Ter dificuldade em adormecer é apenas um dos quatro sintomas associados à insónia. Os outros incluem acordar demasiado cedo e não conseguir voltar a dormir, acordar várias vezes durante a noite (sono fragmentado), e acordar com a sensação de cansaço. A insónia pode ser um distúrbio primário de sono, que não resulta de outro problema de saúde, ou secundário, quando a causa é um problema físico ou psicológico. Na grande maioria dos casos, tem tratamento. Se tem insónias mais de uma vez por semana e sente que afectam o seu funcionamento diário, deve procurar a ajuda de um profissional de saúde habilitado (nomeadamente, através do médico de família).

8. FALSO
Durante o sono, enquanto o corpo descansa, o cérebro mantém-se activo, preparando-nos para um estado de alerta e de máximo funcionamento durante o dia seguinte. Contudo, a actividade cerebral durante o sono não é igual à desempenhada quando estamos simplesmente de olhos fechados, a descontrair. Neste caso, o cérebro continua em estado de alerta e a desempenhar funções mais exigentes do que as realizadas durante o sono. Quando estamos a descontrair, mas não a dormir, continuamos a pensar em alguma coisa, a resolver problemas, etc.

9. VERDADEIRO
A maior parte das pessoas pensa conseguir controlar o sono. Mas estudos mostram que 80% não têm noção disso e que poderiam adormecer a qualquer momento. Atenção: ao volante, quando estamos com sono, não devemos confiar na nossa capacidade em continuarmos acordados. Se estiver sonolento pode adormecer… a qualquer momento e em qualquer lugar.

10. VERDADEIRO
Todos os seres vivos regem-se pelo chamado ritmo circadiano, um ritmo de funcionamento de aproximadamente 24 horas. Este ritmo determina os nossos estados de sono e de vigília e é regulado pelos ciclos de luz e de falta da mesma.
Quer se trabalhe de noite ou de dia, é mais provável sentir sono entre a meia-noite e as seis da manhã. E pouco importa o número de anos a trabalhar em turnos nocturnos: dormir durante o dia continuará a ser difícil, independentemente de se considerar que já se “está habituado”. Os trabalhadores por turnos devem evitar bebidas com cafeína durante a última metade do dia de trabalho. Na hora do merecido descanso, devem eliminar ao máximo o ruído e a luz no quarto onde dormem. É também muito importante não beber álcool antes de se deitarem. Convém respeitar os restantes cuidados para um sono repousante.

Adaptado de: http://www.deco.proteste.pt/saude/dossie-do-sono-s412131/dos/412211.htm

ANA ISABEL SOUSA

08/03/2011

Perturbações do sono

Um dos nossos temas de pesquisa também é as doenças relacionadas com o sono. Visto que ainda não publicámos muitas notícias sobre este assunto, decidi partilhar alguma informação. Vou apresentar as principais e mais conhecidas doenças que se relacionam com o sono assim como o tratamento das mesmas.

"Perturbações mais frequentes do Sono:


Insónia: é a perturbação mais frequente do sono, sendo sentida por praticamente todas as pessoas nalguma fase da vida. É muitas vezes devida a stress, depressão e fármacos, mais remotamente a lesões do hipotálamo ou do tronco cerebral.

Roncopatia: o ressonar é o ruído provocado pela passagem do ar nas vias respiratórias obstruídas, durante o sono. As causas mais frequentes relacionam-se com um excessivo desenvolvimento da úvula (“campainha”) e do véu do palato, bem como com a obesidade. Trata-se de uma situação que pode atingir cerca de 30% da população adulta, sobretudo do sexo masculino e a partir dos 40 anos. Na grande maioria dos casos, o ressonar apresenta-se isolado, tornando-se uma causa de incómodo pessoal e familiar. No entanto, em cerca de 5% dos doentes este pode associar-se a pausas respiratórias durante o sono, constituindo um sintoma de apneia do sono.

Apneia do Sono: é uma situação que se caracteriza por pausas periódicas e frequentes da respiração durante o sono (superiores a 10 segundos), ressonar intenso, dores de cabeça matinais, sonolência diurna excessiva, hipertensão arterial, irritabilidade e perda de interesse sexual. Estas alterações provocam uma fragmentação do sono durante a noite, diminuindo a sua qualidade. Existem dois tipos de apneia. A apneia obstrutiva, que se relaciona com a obstrução à circulação do ar nas vias respiratórias, e a apneia central, na qual se dá uma redução do estímulo cerebral que controla a respiração.

Narcolepsia/Cataplexia: caracterizada por sonolência diurna excessiva, quedas por adormecimento brusco, alucinações hipnagógicas e paralisia do sono.

Tratamento das perturbações do Sono:

O tratamento dos diferentes distúrbios do sono tem que ser equacionado em função de cada doente, da situação clínica e da envolvência familiar e profissional, após uma completa avaliação. Às medidas gerais, como sejam a redução do peso excessivo e a modificação de determinados hábitos (alimentares e de sono, por exemplo), seguem-se medidas terapêuticas específicas. Estas podem incluir medicamentos (na insónia e narcolepsia), ventilação não invasiva (na apneia do sono) e abordagens cirúrgicas (do foro de otorrinolaringologia, cirurgia maxilo-facial e estomatologia)."
Isabel Vieira

04/03/2011

MELHOR POSIÇÃO PARA DORMIR


Quantas vezes lhe aconteceu levantar-se de manhã com dores nas costas e os músculos tensos, no pescoço e na cabeça e se questionou se essas dores foram causadas por uma posição menos correcta durante o sono? 

Embora não exista uma posição ideal para todas as pessoas, alguns investigadores identificaram qual a pior de todas: de barriga para baixo. Ao dormir desta forma, está a multiplicar as probabilidades de acordar com dores de cabeça, pois passa a noite com os músculos do pescoço tensos.

Por isso, durma de barriga para cima! Dormir de barriga para cima ajuda a reduzir a contracção dos músculos dorsais e a reduzir a contracção dos músculos dorsais e a relaxar o pescoço. Se a dor de costas persistir, coloque uma almofada debaixo dos joelhos: vai ajudar a manter a curvatura natural em “S” da coluna. Dormir de barriga para cima, ainda o irá ajudar no controle das más digestões nocturnas derivadas da alimentação.

Agora já sabe, procure dormir de barriga para cima pois esta é a posição mais correcta!



ANA ISABEL SOUSA

01/03/2011

24 HORAS SOB 24 HORAS SEM DORMIR

Todos nós em alguma fase da nossa vida já passamos mais de 24horas sem dormir, as “directas” são normais no ser humano e não constituem nenhuma anormalidade em termos de sono, porque na noite seguinte "recuperamos" a noite de sono "perdida" na noite anterior.
A questão aqui pretende-se com uma insónia de longa duração, ou de vários dias sem dormir devido a uma mal formação situada no cérebro de nome: Malformação de Chiari.

"A Malformação de Chiari, foi identificada pela primeira vez em 1891 pelo patologista Hans Chiari. É uma deformidade neuromuscular pouco comum e complexa que está presente no nascimento. O cérebro “senta-se” numa cavidade revestida a osso. O cerebelo normalmente está posicionado numa cavidade tipo funil acima da medula espinal. A Malformação de Chiari ocorre quando a fossa posterior é formada inadequadamente. Em vez de se “sentar” no seu próprio lugar, o cerebelo está alojado para baixo dentro da cavidade em forma de funil, colocando sob pressão esta parte do cérebro e da medula espinal. Este deslocamento também obstrui o normal fluxo cerebrospinal. Em alguns casos, o cerebelo apresenta um aspecto encolhido e pode-se colar à medula espinal. Este deslocamento para baixo do tecido cerebral, especialmente das amígdalas cerebelares é chamado Malformação de Chiari."

Em suma, esta doença leva a que quem dela padece tenha enormes dificuldades em iniciar e manter o sono. No entanto, esta condição tem cura através de uma cirurgia e a taxa de recuperação é quase de 100%.


Deixo aqui um video que relata um caso verídico:



ANA ISABEL SOUSA

Curiosidades e testes sobre o seu sono

Como passamos 1/3 da nossa vida a dormir era importante estarmos informados sobre o sono. Assim se formos bem informados é  nos mais facíl controlar o sono e ter um sono mais saudável. Por isso, decidi partilhar algumas curiosidades que acho que são bastante interessantes para melhorar a noite de cada um.
Curiosidades:
  • Se tiver um refeição leve antes de ir dormir, a probabilidade de dormir bem aumenta para o dobro.
  • A melhor posição para dormir é de lado visto que a corrente sanguínea desloca-se melhor.
  • Ao utilizar a cama para ver tv, jogar, comer e outras actividades sem ser dormir está a tomar hábitos desfavoráveis.
  • O dia do sono comemora-se à 23 de Março.
  • Há várias pessoas que ainda não sabem que passamor 1/3 da nossa vida a dormir.
  • Quando chega à meia-idade, uma pessoa passou cerca de seis anos a dormir, o que significa mais de 2100 dias.
  • Pesquisas feitas recentemente mostram que a actividade do cérebro pode ser maior quando se está a dormir.
  • Mudamos de posição certa de 20 a 60 vezes por noite.
  • cegos de nascença não têm sonhos visuais, mas sonham por meio de sensações, sons e cheiros.
  • Bocejamos porque quando estamos cansados o metabolismo fica mais lento e os níveis de gás carbónico no sangue tendem a aumentar,assim durante o bocejo, a pessoa inspira mais ar e o organismo equilibra-se.
  • As vezes, um determinado barulho que escutamos quando estamos a dormir passa a fazer parte do sonho,podendo perturbar o nosso descanso.
  • A maior parte das pessoas que não sonha é porque ressona e este facto impede o cérebro de sonhar.


 Se quer fazer um teste ao seu sono e saber se dorme bem, clique nos seguintes links:



Joana